Em Manhattan coração de New York, contando ate um milhão para não matar alguém...
Pouco mais de uma hora, e duas xícaras de café, haviam se passado quando eu enviei tudo para o e-mail do Jason. Respirei fundo, olhando no relógio, era exatamente dezenove horas e quinze minutos. Ate que demorou menos do que imaginei. Em quinze minutos, o Joseph, chegaria, e eu iria tomar no minimo uns dois comprimidos, para aguentar a dor de cabeça, ate o final do dia. E iria começar com um imediatamente. Acho que esta porra desta enxaqueca, e cronica, só pode, deve fazer parte do meu eu, por que Puta que pariu, não e possível doer tanto.
Depois de me olhar novamente no espelho, e recolher as minhas coisas, o Jason, veio me avisar que já tinha feito tudo, e que se não precisasse mais dele, estaria indo embora.
-Ate segunda!-respondi somente.
-Ate segunda, Anne!
Ele saiu fechando a porta, e eu continuei de costas para a mesma, na realidade estava olhando para a vista a minha frente, olhei para a cadeira, e sorri, ao me lembrar dele.
-Walter. Dai-me forças para aprender a conviver comigo mesma.- Acho que só ele conseguia me entender melhor do que eu mesma.
Peguei a minha bolsa, a ajeitei no ombro, apaguei a luz da minha sala, e segui para o elevador, já estava tudo escuro, no andar quando o elevador abriu as suas portas, apertei o térreo e deixei ser levada ate o meu destino. Quando as portas se abriram, eu senti o meu corpo dar um solavanco, ao me deparar com o Jason, parado no balcão da recepção conversando com a sem sal quatro olhos, senti o meu rosto aquiescer, definitivamente, a ralé, pertence a ralé.
-Boa noite senhora Unger.- ela me cumprimentou, e eu apenas a olhei de lado, lhe oferendo a minha melhor cara de indiferença, ele me olhou e franziu a testa, repeti o mesmo gesto para ele, e segui o meu caminho ate a porta.
-Minha querida Anne!-Joseph se materializou na minha frente, e eu fechei os olhos respirando fundo para não manda-lo para o inferno, antes mesmo de encara-lo de frente.
-Eu não estou bem, acho melhor...
-Eu adoro quando esta "bravinha" assim, te deixa ainda mais sexy, sedutora e me deixa completamente excitado!-eu tentei avisar. Isto e para você!-me ofereceu um buque de flores, olhei para o arranjo, para ele, e o peguei de sua mão.
-Sabe que odeio flores!-trinquei os dentes, as jogando no chão, e passando por sima das mesmas. Você sabe disso!
-Desculpa, eu esqueci, tudo bem?!
-Argh!-grunhi, de impaciência. Vamos logo, antes que eu te jogue em baixo do próximo ônibus que passar na minha frente!
-Anne, esta tudo bem?-parei o encarando. Serio que ele esta perguntando isso?
-Eu estou ótima!-forcei um sorriso, que saiu mais como uma careta, tenho certeza.
Rob, que como sempre estava impecável a minha espera, abriu a porta do carro para mim, e ao invés de se sentar na frente com ele, o infeliz se sentou ao meu lado. Eu o olhei seriamente, mas ele pareceu não se incomodar. Alem de irritante, era burro.
No meio do caminho, eu desisti do jantar, estava completamente sem fome, eu estava muito irritada, e precisava urgentemente, relaxar de outra forma, precisava gozar, aliviar a minha tensão de um dia chato, e irritante. Mudei o nosso itinerário, e pedi para o Rob, seguir diretamente para o motel em que sempre ia com o Joseph. E assim ele fez.
Demorou não mais do que dez minutos para chegarmos ao luxuoso motel. O Joseph desceu para pedir um quarto, enquanto eu permaneci no carro, e só quando já tinha uma suite com sauna, champanhe, e tudo mais que eu tinha direito, eu saia do carro, e dispensava o Rob, ate segunda ordem.
Ele pediu o mesmo quarto de sempre, o mais caro, e luxuoso do motel, entrei no quarto atirando a minha bolsa no sofá, e me sentei, o Joseph, foi direto ao frigobar, ele sabia que sempre, sempre tínhamos que começar com uma garrafa de champanhe. Sorvi uma boa quantidade da minha taça depois de servida, e ele me olhou espantado.
-Esta bastante tensa, quer uma massagem?-sorriu parecendo um galã de novela mexicana barata.
-Eu preciso de outra coisa, e não uma massagem!
-Isso eu posso providenciar imediatamente para você!-disse forçando a voz para tentar deixa-la sexy, mas a unica coisa que conseguiu foi deixa-la mais irritante.
Retirou a taça já vazia da minha mão, colocando as duas no criado mudo, e começou beijando o dorso da minha mão, passando pelo meu braço, indo ate o meu pescoço, passando a linguá na região, chupando, e beijando vagarosamente a minha pele.
Senti a minha pele se arrepiar, e levei uma de minhas mãos mão ate a sua nuca, o incentivando a continuar, e logo a sua boca estava na minha em um beijo intenso, bruto, e arrebatador. Isso era bom nele, ele era bruto, e gostava de sentir, e provocar um pouco de dor na hora do sexo, nada exagerado,m e claro.
Ele retirou o meu blazer, me deixando apenas de blusa social, e calça. Eu já eu tinha retirado os saltos, para adiantar o processo, detesto coisa lenta. Beijou o meu colo, e o meu decote tentando abrir a blusa. Joguei a cabeça para trás, em busca de mais contado, estava começando a ficar úmida, mas eu precisava de mais, muito mais.
Sentei na cama e comecei a retirar a sua roupa sem nenhuma delicadeza, o deixando apenas de box, e por um segundo parei para apreciar o seu pau, que hoje, em especial, estava meia bomba.
-Espero que isso ai, fique duro de verdade!
-Relaxa meu bem, estamos só começando!
-Eu juro, que se você gozar em cinco minutos, Joseph, eu nem sei o que faço com você!
-Eu vou te levar nas nuvens, vou te foder com muita, muita vontade!-afirmou mordendo o meu lábio inferior, me provocando um pouco de dor.
Voltou a me beijar intensamente apos a mordida, e retirar as minhas roupas, me deixando apenas de lingerie. Retirou o meu sutiã, e agarrou o bico de um dos meus seios com vontade, me fornecendo um tesão maravilhoso, ele fez com que eu ficasse sentada no seu colo com uma perna em cada lado de seu corpo, deixando o nosso sexo em contato, e eu consegui respirar aliviada, quando o senti completamente duro, "cutucando" a minha entrada. Hoje vai!
Ele me jogou na cama ficando entre as minhas pernas, e desceu com os beijos ate chegar ao limite da minha calcinha, eu estava completamente molhada, cheia de tesão, e pronta para se fodida, por horas a fio. O meu corpo estremeceu quando a sua boca tocou a minha vagina por sima da renda preta da calcinha, e soltei o ar com força quando, ele ultrapassou este limite me explorando com a sua língua apressada, me chupando, lambendo, beijando, e principalmente mordiscando toda ela, me provocando um pouco de dor. Delicioso.
Estava quase gozando só com a sua língua quando ele parou de me chupar, se colocando entre as minhas pernas. Odeio quando faz isso, mas decidi não reclamar desta vez. Ele me olhou como um cachorrinho pidão, segurando o seu pau já fora do aperto da cueca, porem foi em vão. Eu não chupo!
Ate no minimo ter gozado duas vezes, e claro!
O encarei com desdem, e ali ele sabia que não iria conseguir me convencer a lhe fazer um oral, por isso colocou um preservativo, e me penetrou com vontade, me fazendo soltar um suspiro longo, devido a sensação boa de preenchimento que recebi. Ele investia com força, pairando o seu corpo sobre mim. Fechei os olhos, aproveitando aquela sensação para tentar relaxar de um dia cansativo, que tive. Acho que sexo, e uma das únicas coisas que conseguem me deixar relaxada.
Porem, como tudo que e bom dura pouco, ou no caso do Joseph, muito pouco. Senti que ele estava acelerando os seus movimentos muito mais do que o necessário, e isso não era bom sinal. Abri os olhos, e ele estava vermelho, quase ficando roxo, azul celeste, amarelo, enfim, ele iria gozar. O desgraçado iria gozar antes de mim, de novo!
-Não, você não vai gozar seu filho da puta!-grunhi, sentindo o meu rosto queimar de frustração.
-Eu não vou aguentar mais...
-QUE ÓDIO JOSEPH! NÃO GOZA, NÃO GOZA SEU...
-Desculpa!-ele recostou a sua cabeça em meu ombro, respirando muito fundo, e soltando um gemido alto.
-Você e um merda Joseph! Que ódio!-o empurrei de sima de mim.
-Desculpa gatinha, eu tentei...
-Tentou e o caralho, você nem pensou em tentar!
-Não fala assim, vem aqui, vamos fazer de novo?-ele estava ainda mais vermelho, e suava horrores.
-Me solta! Maldita hora que eu resolvi tentar te encontrar de novo, deveria ter ido para casa usar o meu pau de borracha, ao menos ele me faz gozar!-eu era a frustração em pessoa enquanto recolhia a minha lingerie de cima da cama.
-Desculpa gata...
Me levantei o deixando falar sozinha, e fui para o banheiro dar uma olhada na minha cara. Eu estava vermelha de raiva, e não só dele, mas de mim também, afinal, eu sabia que ele não estava dando conta das outras vezes, por que agora ele iria dar? Idiota!
Depois de recomposta, eu voltei para o quarto, e a gota d'água, foi ver que o filho da mãe estava dormindo como um bebe, aquele inútil de merda. Respirei fundo, e me senti um zero a esquerda. Era nestas horas que o meu nome, e toda a minha grandeza, não serviam para absolutamente nada.
Dei as costas indo para a porta, porem, eu pensei bem, e o encarei.
-Isso não vai ficar assim! Ah, não vai mesmo.
Voltei ate a cama, peguei a cueca que estava no chão ao lado da mesma, e com cautela, amarrei os seus pulsos na guarda da cama, o deixando bem preso. O idiota ficou tão acabado com uma taça de champanhe, e uma gozada, que nem sentiu o que estava acontecendo com ele. Imbecil!
Peguei o meu batom vermelho, e escrevi na sua barriga "Inutilizável" com uma ceta apontando para o falecido. Sorri, e sai do quarto decidida, a nunca mais olhar para a sua cara.
Ninguém mexe com Anne Unger, e sai completamente ileso.
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